03 de janeiro de 2017 11:10

AM: IML dá prazo de 6 dias para identificar vítimas

Massacre em presídio de Manaus deixou 56 mortos

Por Redação

Familiares dos presos que morreram nas rebeliões do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus (AM), enfrentam espera para reconhecer os corpos. Desde
essa segunda-feira (2), eles se aglomeram em frente ao Instituto Médico Legal (IML), onde houve tumulto.

A maioria deles ainda não tem a confirmação da morte do familiar durante o massacre, que deixou 56 mortos. Muitos levavam fotos e documentos para ajudar na
identificação.

Segundo o secretário de Segurança do Amazonas, Sérgio Fontes, a identificação e necropsia das vítimas estão em andamento e, em um prazo de seis dias, devem ser
totalmente liberados para as famílias. Um caminhão frigorífico foi alugado para fazer o armazenamento dos corpos.

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